Governo estadual passou quatro macrorregiões para a fase amarela do programa Minas Consciente, se juntando a outras três, no total de 14
A partir desta quinta-feira (3), quatro macrorregiões de Minas regridem da fase verde do programa Minas Consciente para a amarela, considerada mais restritiva que o primeiro estágio. De acordo com o governo estadual, um dos principais motivos para a cautela é a identificação de uma alta de 27% no índice de contaminação da COVID-19 na última semana.
As quatro macrorregiões que passarão a seguir na fase amarela a partir desta quinta são: Centro, Centro-Sul, Norte e Oeste. Antes delas, as macrorregiões Sudeste, Sul e Vale do Aço já estavam na etapa mais restritiva, totalizando sete localidades do Minas Consciente, ou seja, metade do estado. Apesar disso, no amarelo o governo permite o funcionamento de academias, salões de beleza, clubes e consumo em bares e restaurantes.
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Na fase vermelha, que é autorizado o funcionamento apenas de serviços essenciais, foram incluídas as macrorregiões de Jequitinhonha, Leste do Sul e Nordeste. Elas se juntam ao Leste na fase considerada a mais restritiva das três do Minas Consciente.
Apenas as macrorregiões Noroeste, Triângulo do Norte e Triângulo do Sul permanecem na onda verde, considerada a mais liberal, com permissão de funcionamento, por exemplo, de cinemas. Para avançar à onda verde, as cidades precisam estar há 28 dias consecutivos na onda amarela, sem sofrer retrocessos durante esse período.
Nesta quinta, às 12h30, o secretário Carlos Eduardo Amaral concederá entrevista coletiva, na Cidade Administrativa, para tratar do cenário da COVID-19 em Minas.
Até esta quarta (2), 658 cidades haviam aderido ao plano Minas Consciente, o que representa quase 80% do estado. Ao menos 852 municípios registram casos da doença. São 424.155 casos confirmados, sendo 10.121 óbitos. Nas cidades com menos de 30 mil habitantes, 484 municípios tiveram incidência de 50 casos para 100 mil habitantes.